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20 Signs You're Emotionally Mature - YouTube
Channel: The School of Life
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20 Sinais de que vocĂȘ Ă© Emocionalmente
Maduro
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1. VocĂȘ se dĂĄ conta de que a maioria dos maus comportamentos das outras pessoas na realidade tem origem no medo
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e na ansiedade, ao invĂ©s de - como geralmente Ă© mais fĂĄcil de se presumir - na maldade ou idiotia. VocĂȘ
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para de ser presunçoso/a e de ver o mundo como sendo povoado por
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monstros e tolos. Isso inicialmente deixa tudo menos "preto e branco", mas com o tempo
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fica muito mais interessante.
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2. VocĂȘ aprende que o que estĂĄ na sua cabeça pode nĂŁo ser automaticamente compreendido pelas outras pessoas.
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VocĂȘ se dĂĄ conta de que, infelizmente, vocĂȘ tem de articular suas intençÔes e sentimentos
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por intermĂ©dio de palavras, e somente pode culpar os outros de maneira justa caso continuem nĂŁo entendendo o que vocĂȘ quis dizer
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apĂłs vocĂȘ ter falado calmamente e com clareza.
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3. VocĂȘ notavelmente aprende que, Ă s vezes, vocĂȘ entende certas coisas incorretamente. Com muita coragem, vocĂȘ executa
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seus vacilantes primeiros passos rumo a um (eventual) pedido de desculpas.
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4. VocĂȘ aprende a ser confidente nĂŁo porque se deu conta de que vocĂȘ Ă© Ăłtimo/a, mas sim porque aprendeu que
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todo mundo Ă© tĂŁo estĂșpido, assustado e
perdido quanto vocĂȘ. Todos tentamos compensar falhas
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enquanto avançamos, e tudo bem que seja assim.
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5. VocĂȘ perdoa seus pais, pois se dĂĄ conta de que eles nĂŁo lhe puseram neste planeta
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com o propĂłsito de lhe insultar. Eles apenas estavam dolorosamente aquĂ©m da competĂȘncia necessĂĄria e lutando contra
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os prĂłprios demĂŽnios. Em um certo momento, sua raiva pode ser convertida em piedade e compaixĂŁo.
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6. VocĂȘ descobre a enorme influĂȘncia que as ditas "pequenas" coisas exercem sobre o humor: horĂĄrio para dormir,
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nĂveis de ĂĄlcool e de açĂșcar no sangue, nĂvel de estresse subjacente etc. Consequentemente, vocĂȘ aprende a jamais
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trazer Ă tona um tema importante e conflituoso com uma pessoa querida antes que vocĂȘs estejam bem descansados,
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ninguĂ©m esteja bĂȘbado, vocĂȘs estejam alimentados, nada esteja lhes alarmando e vocĂȘs nĂŁo estejam apressados
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para pegar um trem.
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7. VocĂȘ desiste de ser ranzinza. Se alguĂ©m fere seus sentimentos,
vocĂȘ nĂŁo guarda Ăłdio e mĂĄgoa
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por vĂĄrios dias. VocĂȘ se lembra de que morrerĂĄ em breve. VocĂȘ nĂŁo cria expectativa de que os demais saibam
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o que que estĂĄ errado. VocĂȘ conta isso diretamente para eles. Se eles entenderem corretamente, vocĂȘ os perdoa. E, se eles entenderem
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de um modo diferente, vocĂȘ tambĂ©m os perdoa.
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8. VocĂȘ para de acreditar que exista perfeição em seja lĂĄ o que for. NĂŁo existe ninguĂ©m perfeito,
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nem empregos perfeitos ou vidas perfeitas. Ao invés disso,
vocĂȘ passa a apreciar aquilo que
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(como diria a frase exemplar do psicanalista Donald Winnicott) Ă© "bom o suficiente". VocĂȘ se dĂĄ conta
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de que muitas coisas na sua vida são bastante frustrantes e, mesmo assim, em muitos aspectos também são
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eminentemente "boas o suficiente".
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9. VocĂȘ aprende as virtudes de ser um pouco mais pessimista a respeito do desfecho dos acontecimentos
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e, em razĂŁo disso, torna-se uma alma mais calma, mais paciente e indulgente. VocĂȘ
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perde um pouco do seu idealismo e se torna uma pessoa menos enlouquecida (menos impaciente, menos
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rĂgida, menos raivosa).
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10. VocĂȘ aprende a ver que as fraquezas de carĂĄter das pessoas estĂŁo conectadas a um contrapeso constituĂdo por
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virtudes. Ao invĂ©s de focar nas fraquezas delas, vocĂȘ olha para o todo: sim, uma pessoa
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pode ser muito pedante, mas tambĂ©m lindamente precisa e uma rocha em perĂodos de turbulĂȘncia. Sim,
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uma pessoa pode ser um pouco complicada, mas ao mesmo tempo
brilhantemente criativa e muito visionĂĄria.
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VocĂȘ (verdadeiramente) se dĂĄ conta de que pessoas perfeitas nĂŁo
existem - e que toda virtude serĂĄ acompanhada
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por alguma fraqueza.
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11. VocĂȘ se apaixona um pouco menos facilmente. Ă difĂcil, de certo modo. Quando era menos maduro/a,
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vocĂȘ podia se apaixonar instantaneamente. Agora, vocĂȘ possui enorme consciĂȘncia de que toda pessoa,
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ainda que externamente charmosa ou bem-sucedida, pode ser um pouco chata para o convĂvio cotidiano. VocĂȘ desenvolve
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uma lealdade ao que vocĂȘ jĂĄ possui.
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12. VocĂȘ aprende que - surpreendentemente - vocĂȘ Ă© uma pessoa bem difĂcil de se conviver. VocĂȘ
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lança alguns dos seus sentimentalismos anteriores sobre si mesmo/a. VocĂȘ inicia amizades e relacionamentos
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gentilmente alertando as pessoas a respeito de como e quando interagir com vocĂȘ pode ser desafiador.
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13. VocĂȘ aprende a se perdoar pelos seus
erros e tolices. VocĂȘ se dĂĄ conta de quĂŁo infrutĂfera
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Ă© a autopunição decorrente do ato de se flagelar por delitos cometidos no passado. VocĂȘ se torna mais
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amigo/a de si mesmo/a. Claro que vocĂȘ Ă© um(a) idiota, mas Ă© um(a) idiota digno/a de amor,
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como todos nĂłs somos.
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14. VocĂȘ aprende que parte do processo de amadurecimento consiste em fazer as pazes com seus traços teimosamente
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infantis que sempre permanecerĂŁo. VocĂȘ para de tentar agir como gente grande em literalmente todas as ocasiĂ”es.
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VocĂȘ aceita que todos temos nossos
momentos regressivos - e que quando sua criança interior de 2 anos de idade
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ergue a cabeça, vocĂȘ generosamente a cumprimenta e lhe dĂĄ a atenção de que necessita.
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15. VocĂȘ para de depositar tanta esperança em planos grandiosos para o tipo de felicidade que vocĂȘ espera
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que dure muitos anos. VocĂȘ celebra as pequenas coisas que dĂŁo certo. VocĂȘ se dĂĄ conta de que a satisfação
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ocorre em incrementos de minutos. VocĂȘ se sente encantado/a quando o dia passa sem muitas aporrinhaçÔes.
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VocĂȘ desenvolve um interesse maior por flores e pelo cĂ©u do anoitecer. VocĂȘ desenvolve um gosto por
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pequenos prazeres.
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16. O que os outros em geral pensam a seu respeito deixa de ser motivo para se preocupar. VocĂȘ se dĂĄ conta de que as mentes
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dos outros sĂŁo lugares confusos e vocĂȘ nĂŁo se esforça tanto para polir sua imagem ante os
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olhos dos outros. O que conta mesmo Ă© que vocĂȘ e mais uma ou duas pessoas acham ok vocĂȘ ser vocĂȘ.
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VocĂȘ desiste da fama e começa a buscar amor.
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17. VocĂȘ se torna melhor para ouvir crĂticas. Ao invĂ©s de pressupor que todos que lhe criticam
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ou estĂŁo equivocados ou estĂŁo tentando lhe humilhar, vocĂȘ aceita que talvez seja
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uma boa ideia incorporar algumas ideias alheias. VocĂȘ começa a se perceber capaz de ouvir
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crĂticas e sobreviver a elas - sem ter de vestir uma armadura e negar que havia
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um problema.
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18. VocĂȘ se dĂĄ conta de por quanto tempo vocĂȘ tende a viver, dia apĂłs dia, grandemente prĂłximo/a
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a alguns de seus problemas e questĂ”es. VocĂȘ se lembra - mais e mais - de que vocĂȘ tem de
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ter uma perspectiva das coisas que lhe causam dor. VocĂȘ faz mais caminhadas na Natureza, talvez adote
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um animal de estimação (eles nĂŁo se preocupam como nĂłs) e vocĂȘ aprecia as galĂĄxias distantes acima de nĂłs,
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no céu noturno.
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19. VocĂȘ percebe como seu passado distinto molda sua resposta a eventos presentes - e aprende
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a compensar as distorçÔes resultantes. VocĂȘ aceita que, por causa de como sua infĂąncia
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ocorreu, vocĂȘ estĂĄ predisposto/a a exagerar em certas ĂĄreas. VocĂȘ se torna desconfiado/a
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de seus prĂłprios impulsos imediatos a respeito de certos tĂłpicos. VocĂȘ decide - Ă s vezes - nĂŁo dar voz
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a esses seus sentimentos.
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20. Quando inicia uma amizade, vocĂȘ se dĂĄ conta de que as outras pessoas nĂŁo querem sobretudo
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conhecer suas "boas novas", mas sim ter uma noção do que lhe aflige e atormenta,
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de modo que em contrapartida possam se sentir menos solitĂĄrias a respeito das prĂłprias angĂșstias. VocĂȘ se torna
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um(a) amigo/a melhor porque enxerga que uma amizade verdadeira consiste em compartilhar
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vulnerabilidades.
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